quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Suspensão do Twitter de Jaques Wagner causa protesto


Redes sociais em evidência, o que vale é a comunicação.....Vamos Twittar galera...


A ação movida pela Procuradoria Regional Eleitoral da Bahia (PRE-BA) no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA), que pediu a suspensão por 24 horas da página da assessoria de imprensa do governador baiano, Jaques Wagner (PT), no Twitter, originou um movimento contra a censura no site de relacionamento. Até o início da noite de hoje, mais de 200 mensagens contrárias à ação tinham sido encaminhadas ao endereço eletrônico, todas com a tag "#defendoJaquesWagner".


O autor do movimento foi o produtor cultural gaúcho Everton Rodrigues, consultor em tecnologia e integrante do Projeto Software Livre Brasil. Em sua página no Twitter, Rodrigues postou, na noite de ontem, a mensagem "Será que a justiça eleitoral quer novamente os coronéis na Bahia? Por que o governador não pode se comunicar?", que desencadeou uma série de respostas de outras pessoas com perfil no site.Na maioria dos casos, as declarações alegavam que a intervenção da Justiça no site configuraria censura e lembravam que o autor da representação contra a página, o PMDB baiano, e seu líder, o ministro da Integração Nacional Geddel Vieira Lima - pré-candidato ao governo baiano -, também têm perfis no Twitter.


Procurado pela reportagem, Rodrigues não retornou.O PRE-BA acolheu parcialmente a representação feita pelo PMDB baiano por considerar que a página do governador tem "nítidos objetivos eleitorais", como descreve, na pronúncia, o procurador Sidney Pessoa Madruga. A propaganda eleitoral só é permitida a partir de 5 de julho, pela Lei 9.504/97. O PMDB chegou a pedir a suspensão definitiva do perfil, mas a procuradoria indeferiu a requisição.

Juiz impõe multa a pais de filhos fora das escolas

Vale a pena ler, aguardo os comentários?

Vejam o link
http://www.linearclipping.com.br/cnte/detalhe_noticia.asp?cd_sistema=93&codnot=1051655

Do direito ao voto ao direito a ser votada


Li este artigo de Vânia Galvão no Jornal A TARDE de Hoje e busquei o mesmo na web. Vale a pena ler.



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No dia 24 de fevereiro comemoramos a conquista do voto feminino. Lembramos neste dia o reconhecimento, por parte do Estado, de um direito fundamental para a cidadania das mulheres, que pasmem, só ocorreu a exatos 76 anos, regulamentado no Código Eleitoral de 1934.

A aquisição deste direito foi resultado de uma luta intensa do Movimento Feminista Sufragista, um movimento que surgiu no final do século XIX, principalmente nos Estados Unidos e Inglaterra, e que se espraiou por outros países no início do século XX.

A primeira brasileira eleita Deputada Federal foi Carlota Pereira de Queiroz para a Assembléia Constituinte de 1934. Da eleição de Carlota até os nossos dias, invariavelmente o número de mulheres eleitas tem se mantido em patamares aquém da representatividade esperada, frente ao número de eleitoras, mais de 50% do total de pessoas inscritas para votar.

Em 1996, o Congresso Nacional, por pressão do movimento de mulheres e feminista, instituiu o sistema de cotas, ou seja, obrigou os partidos a inscreverem, no mínimo, 30% de mulheres nas chapas proporcionais. Essa medida, no entanto não vem influenciando positivamente na eleição de mulheres.

Hoje no Brasil, temos apenas 45 deputadas federais e 10 senadoras. Com esses números irrisórios nosso país amarga o penúltimo lugar no ranking de participação feminina nas casas parlamentares na América Latina. As mulheres brasileiras também ocupam apenas 9,1% das Prefeituras e 12,5% do total de cadeiras nas Câmaras de Vereadores (as).

Diante desses resultados, fica fácil afirmar que no Brasil as mulheres não estão aptas ou não querem participar da política formal.
Analisar essa questão não é tão simples assim, requer que nos debrucemos sobre a história de nosso país, pois o retrato que vemos hoje é a conseqüência das desigualdades históricas de gênero e de raça consolidadas no processo de desenvolvimento político, econômico e social e na própria constituição do Estado brasileiro.
Por isso, apesar do sistema de cotas, as mulheres não conseguem enfrentar as eleições em igualdade de condições com os homens. Começando no âmbito dos partidos que não promovem internamente ações políticas em prol da efetiva participação de suas militantes e afiliadas, não discutem, nem enfrentam as desigualdades geradas por um sistema que mantém o privilégio dos homens.
Política de inclusão significa mais do que reserva de 30% de vagas, que mesmo ocupadas pela obrigatoriedade da lei, não resultam no direito das mulheres a serem votadas, pois não significam apoio financeiro ou apoio político de fato às candidatas inscritas.
Nas eleições deste ano, de forma inédita, temos mulheres candidatas à Presidência da República com condições reais de serem eleitas. Esperamos que no rastro deste avanço político, outras mulheres também possam exercer o direito de serem candidatas com o apoio efetivo de seus partidos.

Vereadora Vânia Galvão (do PT)
2ª Secretária da Câmara Municipal de Salvador


CONVITE

A Secretaria de Turismo do Estado da Bahia tem a honra de convidá-lo para o Seminário de pré-lançamento do Escritório Internacional de Capoeira e Turismo e do 1º Mapeamento Nacional e Internacional dos Grupos de Capoeira.
Local: Forte de Santo Antônio Além do Carmo
Data: 24 de fevereiro de 2010 Horário: das 18 as 20 horas
Favor confirmar presença através do endereço eletrônico: capoeira@setur.ba.gov.br

MESTRADO E DOUTORADO


Aqueles que tem intesse em Mestrado ou Doutorado em Educação, vai a divulgação..


Programa de Pós Graduação em Educação e Contemporaneidade (PPGEduC) da UNEB abre seleção para Aluno Especial 2010.1 dos cursos de Mestrado e Doutorado - São oferecidas até 30 vagas por disciplina - Inscrições: de 22 a 26/fevereiro, em Salvador

IDIOMAS: 242 VAGAS


ONG Pierre Bourdieu, em parceria com núcleos de estudos Canadenses (NEC) e Hispânicos (Nehis) da UNEB, abre novas turmas dos Cursos de Inglês, Espanhol e Francês - Estão sendo oferecidas 242 vagas, para níveis básico e instrumental - Inscrições: até 1º/março, em Salvador


sábado, 20 de fevereiro de 2010

Casos de dengue em Mato Grosso crescem 804%

Importante a leitura e estarmos atentos a estes dados.

Fonte: A TARDE

As notificações de ocorrência de dengue em Mato Grosso desde o início de janeiro até hoje cresceram 804% em relação ao número de casos registrados no mesmo período do ano passado. Segundo a Coordenadoria de Vigilância Epidemiológica, vinculada à Secretaria de Estado da Saúde, neste ano já foram notificados 12.666 casos, enquanto em igual período de 2009 foram 1.400 ocorrências.

Os 12.666 casos notificados nos primeiros 41 dias de 2010 superaram o total registrado ao longo de 2008, quando houve 11.641 casos de dengue. Os dados da Vigilância mostram que Mato Grosso passa por uma epidemia, pois no ano passado foram notificadas 60 mil ocorrências, com um crescimento de 415% em relação ao total de 2008. Os técnicos da secretaria atribuem o aumento da ocorrência da dengue ao clima atípico, pois as chuvas no ano passado atrasaram e começaram somente em abril, persistindo até agora.

Neste ano foram notificados 344 casos graves de dengue e 16 óbitos, dos quais 5 foram relacionados oficialmente à doença e 11 estão sob investigação. Em Cuiabá, foram notificadas 1.318 ocorrências de dengue, sendo 72 casos graves. Até a data de hoje, foi notificado um óbito que está sob investigação. No município vizinho de Várzea Grande foram notificadas 802 ocorrências, sendo 66 casos graves da doença. Foram registrados até o momento 5 óbitos, dos quais um foi confirmado com causado pela dengue e outros quatro estão sob investigação.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

CONVITE


Impressões Afro-brasileiras

Do dia 03 ao dia 28 de Fevereiro estará disponível para visitação a exposição Impressões Afro-brasileiras realizada pela artista plástica Rita Nascimento. Este é um trabalho de estudos da cultura afro-brasileira, em que é utilizado gravuras, pinturas, esculturas, ou seja, várias técnicas com a uma mesma poética.

A presença de uma construção racional, o sentido da monumentalidade e a dinâmica espacial da linha e da curva dão uma expressão poderosíssima a essas grandes sínteses lineares que representam o grafismo puro, livre e profundo de Rita Nascimento. Sua obra explora e interpreta simbologias de diversos contextos afros, transmitem os princípios da harmonia cósmica e da unicidade vital, presentes no universo da cultura afro-brasileira, resgatando as cores de um Brasil africano, retratando esta intensidade negra brasileira, num vai e vem do passado distante da Mãe África.

O que? Impressões Afro-Brasileiras.
Onde? Biblioteca Pública do Estado da Bahia - Biblioteca Central.
Sala de exposições, 1º andar - Barris.
Quando? De 03 a 28 de Fevereiro.
Para maiores informações, tel: 71 8727-9603/8773-5244. E-mail: lbrito57@gmail.com.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Entrevista


Recebi esta entrevista por e-mail, para aqueles que curtem Rubem Alves, compartilho... (é longo, mas interessante)


Crônicas do cotidiano

Mariana Branco

Educador, poeta, filósofo, psicanalista, cronista, ensaísta, teólogo, acadêmico e contador de

estórias (e não “histórias”, como ele prefere dizer). Rubem Alves é tudo isso e muito mais. Por trás de seus textos, ele encanta adultos, crianças, alunos e professores e, por onde passa, é recebido com carinho e olhares de admiração. Foi o que vimos recentemente durante a Bienal do

Livro de Curitiba, na capital paranaense, quando o intelectual recebeu a Profissão Mestre no estande da editora Nossa Cultura. Nesta entrevista, ele aborda o ensino superior, a relação entre docente e aluno, entre outros assuntos. Dentre suas revelações, ele afirma: “Eu tenho um ideal, meio medieval, renascentista, da relação do professor e do aluno.”

Profissão Mestre - Apenas 21 entre as 2 mil instituições de ensino superior avaliadas em 2008 pelo MEC (Ministério da Educação) obtiveram nota máxima no IGC (Índice Geral de Cursos da Instituição), conforme divulgado este ano. Como o senhor observa as instituições de ensino superior do Brasil?

Rubem Alves - Quando a gente fala de qualidade de ensino, o que estamos procurando? Estamos querendo formar profissionais? O que é um profissional? Ele é alguém que tem capacidade para executar determinadas tarefas. Ele é uma ferramenta. O médico, por exemplo, é uma ferramenta de mexer com o corpo. O advogado, de mexer com as leis. Então, há um sentido que eu diria, quase que para mim pejorativo, de você pensar qualidade na qualidade das ferramentas e isso não quer dizer nada na qualidade do ser humano. Ou seja, o curso superior tem alguma coisa a ver com o ser humano? Uma pergunta muito simples, que é a primeira que se faz, é a seguinte: será que os nossos cursos superiores ensinam nas pessoas o gosto pela leitura? Isso faz parte da qualidade humana, o interesse pelo mundo. Ou simplesmente o profissional é aquele especialista que sabe cada vez mais de cada vez menos? Nesse sentido, eu diria que os nossos cursos superiores são pobrezinhos, já que é muito difícil avaliar a qualidade de gente, não a qualidade de profissional que as nossas instituições estão produzindo.

PM – Mais de 97 mil professores se inscreveram para concorrer a uma das 57 mil vagas oferecidas pelo MEC para qualificar docentes de escolas públicas em exercício que não têm curso superior ou atuam em área diferente da qual se formaram. Essa medida é válida?

RA - Você sabe, ser professor pode ser muito chato. Aquele professor antigo, que dava a matéria todo ano repetindo a mesma coisa, foi dando um tédio, um emburrecimento. Há de se fazer alguma coisa que desperte nos professores novos horizontes. Eu uso várias imagens para me referir aos educadores e agora estou trabalhando com a do professor de espantos. Uma de suas tarefas é mostrar o mundo para os alunos se espantarem, para eles aprenderem a ter “olhos diferentes", problematizarem-se para o mundo, para que a vida fique interessante. E esses cursos, essas tentativas de melhorar o desempenho do professor por meio de cursos com mais informação ... Os docentes não serão melhores professores com mais informação. Eles podem ter mais conhecimento, mas isso não altera a qualidade deles mesmos como professores. Então, para alterar a qualidade dos professores e, portanto, da educação, a gente precisa lidar com a literatura. Eu gostaria, inclusive, que cada professor começasse a sua aula citando apenas um verso de um poeta, de uma poesia.

PM – Como cada docente pode trabalhar a literatura em sala de aula? Esta proposta é complicada de se implementar?

RA - Não vou dizer que seja complicado, mas é alguma coisa que foge do hábito. O docente normalmente vai dizer “isso não é minha matéria, isso é matéria do professor de português”. Ele não compreende que a literatura vai torná-lo uma pessoa mais interessante. É preciso ter olhos diferentes e, para isso, você não deve se limitar exclusivamente. É aquela ideia de transdisciplinaridade que significa que o meu objeto não é apenas uma área pequena de saber, mas abrange o mundo todo. Nesse sentido, a função do professor pode ser extremamente desafiadora. Eu brinco que o educador é um cozinheiro e tem de apresentar aos alunos o gosto bom da comida que faz. Ele apresenta para que o aluno se deleite e chegue a um ponto em que o estudante nem vai mais precisar de professor, porque ele (o aluno) está seduzido pelo gosto bom. Você não precisa de argumentos para seduzir as crianças a chuparem sorvete, sorvete é bom. Essa seria a mesma relação com aquilo que chamamos de disciplina.

PM - Como o professor de física, por exemplo, pode trabalhar esse deleite? É preciso muita criatividade?

RA - O professor tem de brincar com a sua matéria. Ela é um brinquedo e ele vai ensiná-lo para os seus alunos. Na verdade, quando você está pensando criativamente, o pensamento não segue ordem unida; ele dança, vai pra lá, vai pra cá. Vou te dar um exemplo da questão de literatura. Kepler descobriu as três leis dos movimentos dos planetas, que podem ser aprendidas em 15 minutos. Então, em minutos, você fica sabendo a fórmula das leis de Kepler, mas o professor que dá essas leis não conta a história que levou 18 anos para que Kepler chegasse a elas. A coisa mais importante para o desenvolvimento da inteligência não é você saber o resultado, mas o caminho. Você vai contar uma história. Quando eu era jovem, eu me lembro que no curso de admissão eu me fascinava lendo a história dos cientistas, daquele homem que trabalhou, que lutou e teve intuições. Aquilo lá mexia muito comigo. Isso está eliminado dos nossos currículos, que dizer, afinal de contas, quem foi esse cara Albert Einstein? Quantas pessoas sabem que ele teve uma filha que foi rejeitada? Como é esse homem? Como é que as pessoas descobrem as coisas? Eu gosto de chegar para os meninos, os adolescentes, e dizer a eles que escrevam uma história hipotética de um determinado objeto qualquer. Por exemplo: escrevam a história do pau de fósforos. O que tem a ver com ciência? Tem tudo a ver, porque você vai usar imaginação. É sobre isso que Karl Marx chamava de práxis. Ele dizia que, para conhecermos uma coisa, precisávamos saber a práxis, que é o processo pelo qual os seres humanos produziram aquele objeto.

PM – É preciso, então, estimular a curiosidade dos alunos?

RA - As crianças normalmente são muito curiosas e elas perdem a curiosidade na escola porque a instituição de ensino não atende aos questionamentos que elas estão fazendo, que são perguntas absolutamente fantásticas. A curiosidade acontece onde? Eu não a tenho por coisas abstratas que não têm a ver com a minha vida. Já o entorno me dá os problemas, as questões que têm a ver inclusive com a minha sobrevivência, porque o pensamento, a ciência, surgiu na luta do homem para sobreviver. O entorno é que vai dar o programa (pedagógico) que eu tenho de dar.

PM - Em suas crônicas, o senhor aborda a alegria do estudante aprender e que, muitas vezes, o aluno está infeliz, sofrendo. Como o educador pode mudar essa realidade, mesmo com muitos alunos em sala?

RA - Com 60 alunos em sala, eu acho difícil. Esse docente tem que não se transformar naquele professor espetáculo o tempo todo, mantendo a “bola no alto”, engraçado. Não é por aí, porque a curiosidade às vezes é muito discreta. Não é no meio da confusão, é no meio de uma meditação, é pensando em silêncio. E uma coisa que é essencial para os professores é não darem as respostas, é serem provocadores da inteligência dos alunos, fazerem pensar, porque é para isso que existe a escola, para ensinar as pessoas a pensarem. Você pode ter um profissional que aprendeu tudo que pode ser aprendido na sua profissão. Isso não significa que ele seja uma pessoa inteligente, mas que tem boa memória e dominou as técnicas. Você precisa ter um desafio. Eu sempre falei sobre o brinquedo, que eu queria que a escola fosse como uma briquedoteca, e uma pessoa me acusou dizendo “Rubem Alves quer que tudo seja fácil, que tudo seja brinquedo”. Essa pessoa foi um idiota, porque ela não sabe que brinquedo, para ter graça, precisa ser difícil. Não tenho o menor interesse em armar um quebra-cabeça de 50 peças, mas se me derem um de mil peças, aí ele me desafia. Sempre tem de ter um desafio.

PM – O senhor usou a expressão “professor espetáculo”. Como definir a relação ideal do mestre com o aluno?

RA - Eu acho que ela seria uma relação que desenvolve relações pessoais, mas essa situação está ficando cada vez mais difícil de acontecer, porque, com uma turma de 40 alunos, como é que você pode estar atento às limitações, às perguntas de cada um? Eu vejo uma dificuldade muito grande. Eu tenho um ideal, meio medieval, renascentista, da relação do professor e do aluno. Aqueles artesãos ... você pode imaginar um Leonardo da Vinci. Como é que eles ensinavam? Eles tinham oficinas e vários alunos lá, cada um fazendo a sua coisa. Ele não dava preleções, ele chegava para um, dizia assim, tá bom, você pode fazer isso, fazer aquilo, você vai andando por ali, vai indicando as coisas para serem feitas. Então, é uma relação em que o professor está intimamente ligado ao aluno, mas isso é uma utopia do mundo de hoje, pois nós temos que lidar com milhares de pessoas.

PM – E qual é o resultado dessa dificuldade do educador em lidar com um número muito grande de alunos?

RA - Se eu fizer o vestibular, eu não passo. Se os reitores e professores das universidades fizerem o vestibular, eles não passarão. Se os professores dos cursinhos fizerem o vestibular, eles não passarão. Por que esqueceram? Por que têm memória fraca? Não, porque têm memória inteligente, aquela que sabe esquecer aquilo que não faz sentido. Então, tudo aquilo que é supostamente ensinado durante anos, passado o vestibular, é imediatamente esquecido.

*Entrevista publicada na revista Profissão Mestre de novembro/09.
Editora-chefe das revistas Profissão Mestre e Gestão Educacional

domingo, 14 de fevereiro de 2010

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Folha Online



Ri muito quando li esta matéria no folha online....... vejam aí....

03/02/2010 - 10h01

Panda terá aulas de chinês para encontrar pretendente

Folha Online

A panda Mei Lan, 3, nasceu nos Estados Unidos. Mas, a partir desta semana, ficará na China.

A mudança ocorre dentro de um programa de cooperação entre os dois países para reprodução e estudo da espécie, ameaçada de extinção.

Para uma melhor adaptação, a fêmea terá aulas de chinês, com ênfase em um dialeto da Província de Sichuan, onde vai morar.

Para ler a matéria completa clique AQUI

Revista Super interessante


Recebi esta por e-mail, vale a pena conferir. os exemplares, Ler é sempre um bom exercício.


Os editores da Revista Super interessante, em um gesto incomum, liberaram para leitura e consulta, todo o conteúdo das edições antigas da revista, no período de 1988 a 2007.

Se você tem filhos, netos, sobrinhos, etc. não deixe de indicar a eles a leitura deste post! Com certeza uma rica fonte de material de pesquisa para trabalhos escolares e conhecimento geral.

É só clicar no Ano, escolher a Capa da Revista, e acessar todo o seu conteúdo.



Boa Viagem, Boa Leitura, Bom Proveito!!!

http://super.abril.com.br/super2/superarquivo/

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Aluno da Educação a Distância conquista a maior nota nacio


Aluno da Educação a Distância conquista a maior nota nacional no Enade O aluno de SP teve a maior nota no último Exame Nacional de Desempenho de Estudantes

O instrutor e consultor na área de calçados, Antônio Edijalma Rocha Junior, aluno do curso a distância de Tecnologia em Gestão da Produção Industrial do Grupo Educacional UNINTER (Fatec Internacional), do Polo de Apoio Presencial de Jaú ? SP, teve a maior nota no último Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade). Ao todo, alunos de mais de 40 instituições de educação presencial e a distância (Privada, Pública e Federal), realizaram o exame.

Com a nota de 80,3, Rocha Junior conseguiu a maior pontuação nacional, a média foi 45. ?O Enade faz sorteios entre alunos iniciantes e concluintes para a realização da prova e, quando fui escolhido, soube somente com três meses de antecedência. Tive uma preparação muito boa pela faculdade. Esse resultado mostra que a educação, seja ela presencial ou a distância, traz resultados quando é bem executada?, explica.

O histórico com o resultado da média nacional, estadual e particular é enviado diretamente ao aluno. Após receber o histórico, Rocha Junior entrou em contato com a Faculdade para saber a documentação necessária para solicitar bolsa de estudos. ?Fui até o meu Polo de Apoio Presencial para dar entrada no pedido de bolsa. Agora, pretendo cursar uma pós-graduação em Engenharia da Produção, com duração de um ano, também a distância, pelo UNINTER?.

ENADE

Os alunos que ingressaram em cursos superiores com a modalidade de Educação a Distância têm mostrado melhor desempenho do que os estudantes que fazem o mesmo curso da maneira tradicional, segundo os primeiros resultados do Enade (exame do MEC que avalia o ensino superior). Um levantamento feito pelo Inep (órgão de avaliação e pesquisa do MEC) aponta que os alunos de cursos a distância se saíram melhor em 7 das 13 áreas onde essa comparação é possível.
Link

»» Fonte: http://opantaneiro.com.br/noticias/geral/94310/aluno-da-educacao-a-distancia-conquista-a-maior-nota-nacional-no-enade

XIII FÁBRICA DE IDÉIAS


Vale a muito a pena participar

5-23 de julho 2010

CURSO AVANÇADO EM ESTUDOS ÉTNICOS E RACIAIS

TEMA: Patrimônio, Memória e Identidade

Linkhttp://www.fabricadeideias.ufba.br/


quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

CARNAVAL

Ótimo carnaval para todos nós!!!!!!!! Para os foliões e os não foliões....

Seminário Africanidades e Afrodescendência: inscrições abertas


Será realizado entre os dias 11 e 14 de maio, na Ufes, em Vitória, o II Seminário Nacional Africanidades e Afrodescendência, com tema “Formação de professores e histórias de vida”. O evento está sendo organizado pelo Programa de Pós-graduação em Educação e pelo Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da Ufes e pelo Programa de Pós-Graduação em Educação Brasileira da Universidade Federal do Ceará, em parceria da Fundação Ceciliano Abel de Almeida.

O objetivo é discutir as políticas educacionais e a necessidade de uma educação com a cosmovisão africana e as especificidades da sociedade brasileira como processo de dominação opressivo sobre os africanos e afrodescendentes nos diversos espaços geográficos da sociedade brasileira formam o núcleo de orientação conceitual desta formação.

As inscrições já estão abertas e podem ser feitas no site http://www.multieventos-es.com.br/africanidades/. Visite também o blog do Núcleo de Estudos Afro-brasileros, no endereço: http://neabufes.blogspot.com/.
Mais informações pelo e-mail: neabufes@yahoo.com.br.